quarta-feira, abril 27

Para ELES (4)...

SAPATÊNIS!..


Homens modernos e preocupados com o visual... Já devem estar se perguntando: o que usar nos pés no inverno que se aproxima?


De lona, couro ou tecido, os sapatênis aparecem em modelos esportivos, remetendo uma versão casual xic de tênis. Combina com looks praianos e, quando usados com jeans, deixam o visual mais descontraído. 
É um modelo prático que sugere as mais diferentes combinações para o visual. Tem uma mistura de traços clássicos e esportivos e assume um papel versátil para complementar o vestuário.
Depois do aparecimento das Calças e Gravatas slim, Camisas em gola V, Óculos Wayfarer na estação passada, deixou a cabeça de muitos garotos confusa já que a moda para  homens é um pouco mais presa ao hábito de não ousar muito em acessórios ou modelagens mais saídas dos cortes retos.
Sem dúvida esse calçado veio resgatar aquela sensação de conforto e descontração do homem casual muito em uso em décadas passadas. E sem contar que os sapatênis casam muito bem com calças jeans, que estão muito presentes no closed. Sejam as de tom mais escuros ou as de lavagem mais forte, sem esquecer as rasgadas também, que foram nos anos 70, símbolo do movimento Grunge e muito usadas por Kurt Cobain (vocalista do grupo Nirvana) nos anos 90.

Já que é considerado como “o coringa” do armário, o que é um ponto super positivo, também é permitido usá-lo em trajes mais comportados, assim como esporte fino, social e clássico. Que coisa boa hein, rapazes?
Entre as principais marcas de sapatênis masculinos, destacam-se: Osklen, Democrata e Richards. Os da Osklen são os que eu mais gosto... (principalmente os da Osklen, são incríveis!, e SIM, eles também podem ser usados por mulheres!..) Custam em média R$ 190,00 a  R$500,00, podendo assim, atingir todos os bolsos dos mocinhos brasileiros. Vale a pena se você quiser inovar o seu look e estar bem vestido nas mais diversas ocasiões.
Sintam-se mais seguros com essas dicas e aproveitem já que a moda também conspira a favor de vocês! Basta escolher o melhor tipo de calçado, sempre conversando as cores do seu look com a estampa do seu sapatênis.





domingo, abril 24

Cultura Indie


A cultura indígena norte americana é muito rica, com lindas estampas tribais extremamente coloridas, composta por franjas e ponchos, simples peças cheias de estilo cultural. 
Inspiração usada por grandes marcas nos últimos Fashion Weeks do mundo,  já adotada pelo street wear e celebridades do momento.
É impossível resistir a essas lúdicas peças que chamam atenção pela sua autenticidade e atitude.
Get indie!





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sexta-feira, abril 22

Espelho, espelho meu...


Existe alguém mais plastificada do que eu???

Dos tempos de mocinha, Stella carrega uma tatuagem com os dizeres Peace&Love e a saudade de ser comparada à atriz francesa Brigitte Bardot, símbolo sexual dos anos 60. Sonhadora e romântica, formou-se professora, casou-se aos 22, teve 3 filhos, mas conseguiu se livrar do mau gênio do marido, com quem viveu por 30 anos. Agora, aposentada e bem de vida, está às voltas com outro algoz.
- O que você fez na cara?
- Não gostou do resultado da plástica que fiz nas pálpebras?
-Ficou muito esticada, mudou a expressão e, de quebra, você ganhou uma cicatriz!
- Tem razão. Vou fazer um retoque. E o que achou dos lábios mais carnudos? É uma técnica chamada bardotização, inspirada na minha musa.
- Ficou beiçuda demais. Você entrou num devaneio de se parecer com a Angelina Jolie e virou uma carranca.
-Pelo menos o botox funcionou!
-Como funcionou? Sua cara está lisa, inchada, inexpressiva. Quando se espanta, ganha ares de bruxa com as sobrancelhas arqueadas. E o que aconteceu com suas bochechas?
- Injetei silicone e fabriquei novas maçãs para o rosto.
- Parece que levou vários tapas na cara ou chorou a noite toda!
-E o meu corpo? Fiz uma lipo.
-Está cheio de celulite, gordura localizada. Só uma lipo não resolve. Trate de fazer uma dieta antes de cair na faca.
- Faz anos que luto pra me manter jovem e bela e você não reconhece meus esforços. Sou uma mulher de quase 60 anos. Você queria o quê? Não tenho como recuperar o frescor da juventude.
- Isso é desculpa das preguiçosas e frustradas. Há um arsenal de produtos e serviços para combater a velhice. É só usar na medida certa. Mas você sempre exagera…
- Chega! Não aguento mais os seus insultos!
- Eu é que estou farto de sua necessidade de aprovação.


 A briga foi mais uma dentre inúmeras que Stella trava diariamente. A qualquer hora, lá está ela novamente, cara a cara com o inimigo, perdendo-se no espelho à procura de si mesma.
“O espelho é a nova forma de submissão feminina”, afirma a historiadora Mary Del Priore. Segundo ela, “no decorrer deste século, a brasileira se despiu. O nu na tevê, nas revistas e nas praias incentivou o corpo a se desvelar em público. A solução foi cobri-lo de creme, colágeno e silicone. O corpo se tornou fonte inesgotável de ansiedade e frustração. Diferentemente de nossas avós, não nos preocupamos mais em salvar nossas almas, mas em salvar nossos corpos da rejeição social. Nosso tormento não é o fogo do inferno, mas a balança e o espelho. Nos curvamos não aos pais, irmãos, maridos ou chefes, mas à mídia. Não vemos mulheres liberadas se submeterem a regimes drásticos para caber no tamanho 38? Não as vemos se desfigurar com as sucessivas cirurgias plásticas, se negando a envelhecer com serenidade? Se as mulheres orientais ficam trancadas em haréns, as ocidentais têm outra prisão: a imagem.”


Um estudo mundial da Unilever apontou que 40% das mulheres não se sentem à vontade para se definirem como “bonitas”. Apenas 2% das mulheres se definiram assim. O peso está acima do normal para 47% das entrevistadas, mesmo que, tecnicamente, muitas delas não tenham sobrepeso. A afirmação “quando me sinto menos bonita, sinto-me pior em geral” teve 48% de concordância. Para 68%, a mídia divulga um padrão de beleza que as mulheres nunca poderão alcançar. A afirmação de que “mulheres bonitas têm maiores oportunidades na vida” obteve a concordância plena de 45% das entrevistadas. As mulheres brasileiras são as que mais consideraram a hipótese de cirurgia plástica, constituindo o índice mais alto entre todos os países.
Mas o feminino também se supera e nos surpreende. A diva do cinema com quem Stella se comparava nos tempos da juventude e que, por ironia, dá nome a uma técnica da cosmeatria para inflar os lábios, denuncia os testes cruéis e inúteis praticados em milhares de animais, mortos pelas injeções de botox. Segundo Bardot, os músculos dos pobres bichos são paralisados até a morte.
“É ainda mais escandaloso o fato de já haver métodos alternativos aos testes em animais e que deveriam ser impostos aos fabricantes (principalmente ao grupo francês Ipsen) desta toxina que provoca uma paralisia facial pelo único e fútil propósito de se ficar com a pele lisa. É uma desolação ver que certas pessoas prefiram ter uma cara sem expressão, com traços de estupidez crassa do que assumir as suas rugas, mas isso deixar-me-ia perfeitamente indiferente se esse capricho não implicasse a morte de animais sacrificados pela vaidade.”

 

Se antes as roupas nos aprisionavam, agora a ditadura da beleza nos prende na ilusão de máscaras e na justeza das próprias medidas. Se fomos capazes de rasgar espartilhos, queimar soutiens e libertar musas da escravidão da imagem, talvez seja hora de estilhaçar os espelhos.

* Rosana Jatobá – Advogada e Jornalista

quinta-feira, abril 21

Isabela Capeto




A estilista Isabela Capeto volta a operar de forma independente em relação às decisões e criações de sua marca, que, desde 2007, faz parte do portfólio da InBrands, empresa dona de marcas como Ellus e Alexandre Herchcovitch. Segundo comunicado oficial da assessoria da estilista, em 31 de março, as partes concluíram negociações e passaram a ter apenas um acordo de licenciamento pelos próximos dois anos. "A partir daquela data (31 de março), Isabela Capeto voltou a operar de forma independente os negócios relacionados a sua marca".

A estilista vinha reclamando da condução de seu negócio há tempos e queria desfazer a sociedade, retomando a marca com seu nome. Chegou a cogitar lançar outra grife. Duas lojas da marca foram fechadas em São Paulo. E apenas a unidade no Leblon, no Rio, continua aberta. Depois de desfilar em São Paulo, Isabela voltou para o Fashion Rio na edição de verão do ano passado, mas pulou o desfile de inverno em janeiro deste ano. 
O retorno à semana de moda carioca ou paulista para edição de verão (em maio e junho) não está confirmado, segundo sua assessoria de imprensa. A grife é conhecida por seu rico trabalho artesanal.

Outros estilistas

Isabela Capeto conseguiu manter sua marca e seu nome, ao contrário de estilistas como Fause Haten, Marcelo Sommer e Tufi Duek, que perderam o domínio de seus nomes para os grupos com o quais se associaram. Haten, desde que se desligou do grupo I'M assina seus desfiles como FH. E Marcelo Sommer, quando desmanchou o acordo com a AMC Têxtil, apresenta a marca Do Estilista.

Já Tufi Duek se afastou da gestão de suas marcas Forum, Tufi Duek e Triton, em 2009, que também fazem parte do grupo AMC Têxtil. Em 2009, Amir Slama deixou de atuar na Rosa Chá, grife que criou no começo dos anos 90, sendo substituído na direção criativa por Alexandre Herchcovitch. Rosa Chá pertence ao grupo Marisol. Slama está de volta ao mercado com marca que leva seu nome.

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quarta-feira, abril 20

Feliz Páscoa!

Show de Coelhinhos..!






                          Que fofo! (Senti até um friozinho psicológico... rs*)

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